12/09/2016

Look T-shirt Loja Felicis e Bomber Jacket Floral


Vai ter look fotografado no metrô, sim! Se reclamar vai ter dois. 
Nos últimas dias tenho passado por, digamos assim, "provas de paciência e educação". É complicado explicar, por que de uma certa forma, eu não me sinto no direito de julgar alguém, mas fico extremamente incomodada com o julgamento de outras pessoas (seja ele sobre mim ou sobre outro alguém). E bem sinceramente, desde que agosto começou, eu tive que lidar muito mais com isso do que eu poderia imaginar, então acabei refletindo muito sobre a posição que eu deveria tomar, sabendo que alguém logo atrás de mim está tentando achar alguma coisa pela qual pode rir as minhas custas. 




Eu com meus 21 anos, achei que não veria muito mais disso na vida, achei que tais atitudes tinham ficado lá no ensino fundamental, e que na faculdade e ~vida adulta~ não veríamos mais pessoas que dão aquele discurso vazio e sem fundamento de "meu santo não bateu com o dela, então por isso vou odiá-la". Se eu tivesse uma arma, nesse momento daria uns 5 tiros para o alto e iria gritar um "Terra, para de girar que eu quero descer!". 

Eu não consigo suportar ou entender essa cultura do desapego que temos considerado como algo cool nos últimos anos. Parece que cada vez que eu atualizo minha timeline do Facebook, vejo mais pessoas falando sobre como - resumidamente - ser babaca com alguém te faz superior e digno de ser considerado uma pessoa com personalidade, pois você tem toda a capacidade e o direito de falar o que bem entender sobre qualquer pessoa. Não é legal, não é cool, não te faz uma pessoa com personalidade mostrar que você tem a tal da ~livre escolha~ de odiar alguém, por que você simplesmente decidiu isso sem um motivo específico. Essa atitude não te torna mais rico, não te traz mais bagagem e no meu ponto de vista, nada de positivo. 




A mim foram dadas algumas oportunidades incríveis de ver o mundo fora da minha zona de conforto, oportunidades que me fizeram crescer como pessoa e procurar ver o que tem de bom no mundo. Teve aquele dia na Avenida Paulista em que eu me senti tão pequena e mesmo assim tão capaz de alcançar tanta coisa na vida e não importava para qual lado eu olhasse, eu via tanta gente linda, na movimentação do dia, tanta gente com tanta história legal para contar, tanto conhecimento para compartilhar. Tive um brainstorm ali mesmo e eu já não via mais uma pessoa somente como outro alguém, eu via um monte de coisas boas saindo de todo mundo e o quão lindo é quando compartilhamos essas coisas boas entre todos nós. 

Provavelmente essa minha ideia de que todos tem algo bom para compartilhar me fez dar mais valor a outras pessoas, e me fez querer ser mais próxima e mais ligada ao contato humano. Netflix é vida, mas chega da gente preferir passar o final de semana inteiro na frente dela, vendo apenas nosso reflexo na tela no notebook e não olhando no olho das pessoas e buscando experiências. 


E o que eu no metrô tem a ver com tudo isso? Pensem na quantidade de histórias que todos os dias passam pelas plataformas de embarque e desembarque. Calculem a quantidade de coisas legais que todas essas pessoas podem ter para contar. Existem poucas coisas no mundo que podem ser consideradas mais interessantes e complexas do que o ser humano. E sim, entre as coisas boas existem as coisas más, isso é fato e eu não vivo em uma terra cor de rosa livre de problemas, mas tudo depende de qual você dá mais importância. Pessimismo é uma escolha. 



Diante da situação em que tenho estado, minha ideia de posicionamento tem sido a seguinte: seja gentil. Acho que essa é uma das melhores coisas que eu poderia escolher, pois reforçando a ideia, eu não me sinto no direito de julgar e me pego pensando "será que essa pessoa não tem problemas pessoais que a faz agir dessa maneira?". Manter nossa consciência limpa e saber que fizemos o certo, mesmo ouvindo coisas que a gente não gostaria de ter ouvido, nos faz pessoas melhores e mais maduras. Nos faz mais pacientes e nos faz questionar mais sobre como anda a vida da outra pessoa, o que, sim, nos torna mais compreensivos.  



No look eu visto:

| Camiseta: Loja Felicis | Saia Skater: Renner | Jaqueta: Holin Stone | Tênis: Petite Jolie | 


Ainda no post de hoje, queria falar sobre mais um projeto lindo de uma marca que recentemente virou parceira do blog: a Felicis. 
Felicis vem do latim e significa sorte, coisa que a idealizadora, Caroline Fernandes, busca trazer aos animais. A marca preza pelo bem-estar de cães e gatos e uma parte de cada venda feita, é revertida em doação para abrigos, ONGs ou um protetor independente. 

A t-shirt que recebi deles é linda e ainda passa uma mensagem fofa sobre amor de todas as formas e todos os gêneros. Preciso comentar que amo o modelo raglan, onde as mangas tem cores diferentes do restante da peça, traz aquela ideia old school tão maravilhosa para o look! 


E por hoje é isso, gente! Espero que tenham gostado do post! Beijos e até mais!

comentários pelo facebook:

2 comentários:

  1. Mari, não sei se prestei mais atenção no look, ou no texto que compõe o post.
    Adorei a reflexão sobre as pessoas no metrô - e em outros lugares também. Todo mundo é um mundo, eu sempre repito isso e realmente é bem prepotente alguém julgar sem conhecer alguém, pior ainda, fundada no discurso de que o "santo não bateu", não há coisa mais sem fundamento.
    Você tá corretissima, na posição, na reflexão e no look! ♥
    Beijos.

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  2. Arrasooooou !


    www.sindromedoluxo.com.br

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