22/09/2017

16 casais do cinema que ensinam que nada é para sempre

Dia desses fazendo minhas pesquisas no Pinterest, encontrei uma imagem que mexeu muito comigo. Era uma ilustração dos personagens Tom e Summer de 500 days of Summer, um dos meus filmes favoritos. Já perdi as contas de quantas vezes me joguei no sofá de casa, confusa por estar envolvida emocionalmente com alguém, e liguei a TV sabendo exatamente o que eu queria assistir. 

Enfim, essa ilustração acabou despertando vários sentimentos em mim e eu achei isso lindo. Triste também, porém lindo. Quando fui pesquisar sobre o artista, descobri que não só Tom e Summer foram ilustrados, mas outros 15 casais épicos do cinema. O ilustrador Alejandro Giraldo criou uma série de desenhos intitulada Sad Movie Couples, segundo o próprio, é uma "homenagem aos casais mais tristes que já vi na tela grande".

















De fato, precisamos nos lembrar que às vezes – muitas, inclusive –, o amor acaba ou simplesmente não dá certo, não vai para frente – alguns amores foram feitos para existir e não para acontecer. Talvez somos reféns do destino e não podemos fugir de tais ensejos, mas lembremos que tudo vai dar errado e nada vai durar para sempre. E que isso pode ser, também, bem bonito, pois a chance de viver algo grandioso nos foi dada. Mesmo que por um curto período de tempo.

21/09/2017

Documentário More Than Honey


Já vamos começar esse post com um dado meio bizarro divulgado: nos EUA, as perdas de inverno atingiram geralmente 30-50 por cento, em alguns casos, mais. Em 2006, David Hackenberg - um detentor de abelhas há 42 anos - relatou uma queda de 90% entre as 3.000 colmeias. As estatísticas agrícolas nacionais dos EUA mostram um declínio de abelhas de cerca de 6 milhões de colmeias em 1947 para 2,4 milhões de colmeias em 2008, uma redução de 60%. O número de colônias de abelhas trabalhadoras por hectare fornece uma medida crítica da saúde da cultura. Nos Estados Unidos - entre as culturas que requerem polinização de abelhas - o número de colônias de abelhas por hectare diminuiu 90% desde 1962. As abelhas não conseguem acompanhar as taxas de inatividade do inverno e a perda de habitat.


Em todos os lugares, o mesmo cenário se repete: bilhões de abelhas deixam suas colmeias e nunca mais retornam. Nenhuma abelha morta é encontrada nos arredores, e nenhum predador visível pode ser identificado. Esse desaparecimento tem impacto profundo nas dinâmicas da natureza: 80% das espécies de planta precisam de abelhas para serem polinizadas. Sem elas, não existe polinização, e frutas e vegetais poderão desaparecer da face do planeta. De quem é a culpa dessa tragédia? Devemos culpar os pesticidas ou mesmo os medicamentos que usamos para combatê-las? Novos vírus? A multiplicação de ondas eletromagnéticas que acabam afetando as nanopartículas de magnetita nos abdômens das abelhas? Por ora, a resposta parece ser uma combinação de todos esses agentes afetando e enfraquecendo os sistemas imunológicos das abelhas. Este é o pano de fundo do documentário “More than Honey“, dirigido pelo alemão Markus Imhoof. O filme aborda a relação simbiótica entre abelhas e seres humanos, algo que Einstein apontava há 50 anos, e investiga o impacto que o desaparecimento dessas espécies pode causar à humanidade, tanto na economia quanto na própria sobrevivência do homem. 

"Nos últimos quatro anos, a indústria química gastou US $ 11,2 milhões em uma iniciativa de relações públicas para dizer que não é sua culpa, então sabemos de quem é culpa". Jon Cooksey, escritor, diretor, How to Boil a Frog.

Eu assisti o documentário e deixei algumas de minhas opiniões no vídeo que segue abaixo: 



Clique aqui para assistir o documentário online. Tem opções de legendar!

20/09/2017

Mais um look com um texto sem sentido da Marieli


Ás vezes eu sento em frente ao computador sabendo exatamente o que eu quero falar. Sabendo o assunto exato sobre o qual eu quero escrever. Mas em alguns dias, como hoje, por exemplo, eu me encontro aqui questionando se realmente vale a pena escrever sobre meu coração partido. Sobre o que eu sinto e como eu sinto. No fundo, eu sei que vale a pena escrever sobre paixão por mim, e não por você. Eu mereço isso, eu preciso externalizar. Finalizar. 



Anotada na primeira página do meu planner a frase que define muito sobre quem sou eu:

"comovo-me em excesso, por natureza e por ofício. Acho medonho alguém viver sem paixões"

Acho inapropriado viver sem chorar a perda de um grande amor. Acho vazio viver sem sentir, assim como é vazio viver sem ti. 

Mas a gente segue. Segue em frente, segue o baile. O problema é que mesmo seguindo todos os bailes dessa São Paulo agitada, sendo eu tão agitada quanto ela, sempre há de tocar uma música que me lembre de você. Não precisa nem ser música triste, pode ser uma feliz mesmo. Uma que fale sobre balanços, vento no cabelo, jaquetas de couro e uma moto barulhenta em uma viagem por estradas vazias. Pode ser uma daquelas músicas que eu não conhecia e que você gostava tanto, até fiz uma playlist. 

Fazem alguns dias que eu não tenho coragem de clicar no play. 

Fazem alguns dias que eu entro em pânico quando ouço qualquer Harley fazer barulho. Eu sei que nunca é você, nunca vai ser. 



Todavia, tá tão bom sem você. Nem penso tanto assim em nós, pois ando ocupada demais pesando em mim e eu sei que essa melhora repentina na minha vida é consequência da sua falta. Você foi a droga mais viciante que eu já provei, me levava ao céu quando tocava minha pele, mas qualquer minuto sem você era agonia pura. Desintoxiquei. Guardei você e a playlist num cantinho da minha mente onde eu não tenho acesso 24 horas por dia. 

Eu esqueci as coisas que você fez, apaguei as coisas que você disse, mas é impossível não lembrar do que você me fez sentir. É impossível não lembrar que lá na varanda, 1,157 km distante daqui, meses atrás, eu já sabia que você seria meu caos mais bonito. 

Você sempre disse que o mundo não acaba amanhã, mas se acabar saiba que, ainda hoje, eu te amei um pouquinho. 



Eu visto: 

| Vestido Floresta: Não Vivo Sem Store | Sapato: Quiz | Bolsa: Cordi | Jaqueta Jeans: brechó de rua | 


11/09/2017

Qualidade é um fator importante


Quando o assunto é investir em um produto novo eu penso primeiramente na qualidade. Engraçado isso, pois lembro dos tempos onde a quantidade falava muito alto. Esse é um dos fatos sobre a Marieli de alguns anos atrás: ela gostava de comprar muito e sem pensar sobre. Trabalhava para gastar o meu dinheiro em roupas, bolsas e sapatos para, de alguma forma, encontrar felicidade nessa quantidade. 

Quando percebi o armário lotado e o sorriso vazio que faziam parte da minha vida, eu busquei formas diferentes de expressar meus sentimentos e de relaxar. Nesse processo descobri o minimalismo e me apaixonei por esse mundo onde tudo tem um propósito. 


Conheci a marca Donna Bolsas e a ideia de produto dando sempre ênfase a qualidade e adorei um mimo que me enviaram, resolvi fazer esse post justamente para trocarmos uma ideia sobre essa bolsa. 
Ela é de material sintético, mas tem essa pegada boho/folk. Assim que ela chegou, abri espaço doando 2 bolsas que eu tinha em meu armário, pois essa é uma das minhas políticas por aqui: para todo item novo chegando, há dois saindo. 



Gostei da proposta da bolsa, pois com o verão chegando meus looks ficam com essa pegada boho anos 70 muito forte! Já estou ansiosa para montar essas composições mais elaboradas com ela e mantê-la por perto por muitos verões! ♥

Fotos por: Carol Miniskovski

See you soon! 

27/08/2017

Um Look Por Uma Semana


Novos projetos são sempre bem-vindos. Eu sinto que a gente precisa de desafios para conseguir evoluir e para continuar seguindo em frente independente de qual área de nossa vida estejamos falando sobre. 

É por isso que sempre que eu descubro alguma coisa nova, faço o teste. Dessa vez o desafio que aceitei é um pouco ousado: tentar usar o mesmo look durante uma semana. Clica no play abaixo e descubra mais sobre isso:



See you soon!